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Mozambique – Travel Discover Mozambique
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Moçambique

Moçambique, as suas gentes e os seus encantos, a simpatia de um povo que sabe bem receber, terra índica, cheia de vida e de belezas escondidas, intocadas na sua natureza feita de praias sem fim, da Baía do Tungué passando pelas paradisíacas ilhas de Cabo Delgado à Ilha de Moçambique, com a sua cultura milenar e património da humanidade, das surpresas da Reserva Natural do Arquipélago de Bazaruto à dádiva de Inhambane, ponto de passagem obrigatória das baleias em migração, da praia do Xai-Xai, (abrindo-nos o apetite com umas deliciosas ostras), à Ponta de Ouro, um dos destinos favoritos dos amantes por mergulho. Moçambique é também um dos novos santuários do mundo, investindo na recuperação da vida selvagem, com a sua variedade de reservas naturais e uma aposta forte no turismo cinegético de qualidade, onde se desenvolve uma consciência ambiental cada vez maior. Nas cidades, que nos parecem tão familiares com a sua arquitectura que cruza a história e culturas tão diversas, sente-se o pulsar da vida quotidiana, desde o burburinho dos seus bazares ao exotismo do artesanato aos museus, bares e restaurantes. Mas como não podemos contar tudo, preparamos este guia onde poderá encontrar as pistas para usufruir a cultura, as pessoas, a gastronomia e a beleza de um país à sua espera para ser descoberto e acarinhado.

Factos interessantes sobre Moçambique

Praias

A costa de Moçambique, voltada ao Índico, pela sua extensão, orografia e clima, é rica em todo o tipo de praias e berço de muitas espécies marinhas, algumas das quais em vias de extinção. No Norte predominam as praias rochosas, enquanto no centro, junto das embocaduras dos rios, se localizam as praias lodosas confinadas por extensos mangais e no Sul prevalecem as praias arenosas, com dunas altas e cobertas de vegetação rasteira. Paralelamente à Costa, ilhas isoladas ou agrupadas em pequenos arquipélagos, algumas dispondo de boas estruturas turísticas, proporcionam a observação de variada vegetação e fauna ímpar. Nelas se podem encontrar monumentos históricos que assinalam a passagem de Árabes e Europeus, águas transparentes que convidam à natação e ao mergulho, barreiras de coral de uma beleza extraordinária, com ecossistemas ricos em espécies piscícolas raras, e um mar aberto onde é permitida a caça submarina e a pesca desportiva de algumas variedades cuja captura é o alvo mais desejado pelos amantes destes desportos. Entre as muitas praias que se estendem ao longo da costa, salientam-se, por mais conhecidas ou dispondo de melhores estruturas de apoio aos visitantes, as de Pemba, Ilha de Moçambique, Fernão Veloso, Chocas, Vilankulo, Tofo, Morrungulo, Inhassoro, Inhambane, Bazaruto, Zongoene, Xai-Xai, Bilene, Marracuene, Inhaca, Ponta de Ouro e Ponta de Malongane.

Informações

Aeroportos

Para entrar no País é necessário um visto emitido por um Consulado ou Embaixada de Moçambique, sendo necessário para a sua obtenção a apresentação do passaporte, duas fotografias e o preenchimento de um formulário. Os vistos também podem ser obtidos junto das fronteiras para estadia até 30 dias. África do Sul, Swazilândia, Malawi, Tanzania e Zimbabwe na base de acordos estão isentos de vistos.

Fronteiras Terrestres

As postagens existentes são encontradas em Ressano Garcia (06H00-24H00), Namaacha (06H00-20H00), Goba (06H00 20H00), Ponta d`Ouro (06H30-17H30), Machipanda (06H00-18H00), Cuchamano (06H00-18H00) ), Zóbwè (06H00-18H00), Milange (06H00-18H00) e Mandimba (06H00-18H00).
Recomenda-se que os visitantes cheguem bem antes do horário de fechamento estipulado.

Portas

Portos de Maputo, Beira, Nacala e Pemba.

Vistos

Qualquer visitante que deseje visitar o país deve obter um visto no Consulado ou Embaixada de Moçambique. É necessário apresentar um passaporte, duas fotografias recentes e preencher o respectivo formulário. Os vistos podem ser obtidos nas fronteiras para uma visita de 30 dias. África do Sul, Suazilândia, Malawi, Tanzânia e Zimbábue na base de acordos estão isentos de vistos.

Alfândega

À chegada a Moçambique o visitante deverá declarar os artigos sujeitos a taxas aduaneiras. Estão isentos destas taxas e demais imposições aduaneiras: Objectos de uso pessoal tais como vestuário, livros, máquinas fotográficas e de filmar; bens contidos na bagagem dos visitantes até aos seguintes limites:
Tabaco: 400 cigarros ou 100 cigarrilhas ou 50 charutos ou 250 gramas de tabaco para fumar
Bebidas alcoólicas: 1 litro de espirituosas e 2,25l de vinho;
Perfumes: 50ml de perfume;
Especialidades farmacêuticas: quantidades razoáveis para o consumo próprio;
Outros artigos cujo valor não exceda os USD 50. São proibidos os narcóticos e material pornográfico.
O transporte de armas necessita de uma licença especial
Para qualquer pagamento feito à Alfândega, deve ser solicitado o correspondente recibo.

Entrada de veículos em viagens de turismo ou negócios, pertencentes ou conduzidos por não residentes

É necessário obter-se uma licença de importação temporária na instância aduaneira de entrada.
Os veículos importados temporariamente não podem ser vendidos ou emprestados e os proprietários devem ter sempre presente o documento comprovativo da importação temporária.

Identificação

É obrigatório o porte permanente de um documento de identificação ou de uma fotocópia autenticada do mesmo.

Saúde

Para entrar no País é necessário apresentar o certificado de vacinação contra a febre-amarela. Durante a estadia devem-se tomar medidas para evitar picadas de mosquitos e cuidados no consumo de alimentos e de água, por forma a minimizar os riscos de transtornos intestinais frequentes em zonas tropicais. Em caso de necessidade de cuidados de saúde imediatos, devem recorrer aos hospitais, centros de saúde ou clínicas.

Electricidade

A corrente é de 220/240V 50 hz.

Água

Embora a água corrente seja de razoável qualidade, é aconselhável beber água engarrafada. Água engarrafada de boa qualidade está disponível praticamente em todos centros urbanos e turísticos.

Correios

O serviço de correios está implantado nos principais centros urbanos. A DHL e o EMS também estão disponíveis.

Condução

A condução em Moçambique é feita pela esquerda.
O condutor deve ser portador de: Documento de identifi cação, carta de condução internacional, registo da viatura, certifi cado de seguro da viatura válido no País. O uso de cintos de segurança é obrigatório e o carro deverá dispor de triângulo de pré-sinalização de perigo.
O acesso a algumas zonas do País depende das condições climatéricas pelo que os condutores devem obter informações sobre os itinerários a percorrer antes do início da viagem.

Língua

A língua oficial é o português.
O inglês é de uma maneira geral entendido e falado.
Numerosas linguas moçambicanas são comuns fora das áreas urbanas.

Moeda

A moeda local é o Metical. O Dólar americano, o Euro e o Rand também são aceites em muitos locais. O câmbio actualizado é facilmente obtido nos bancos e casas de câmbio. Os cartões de crédito e traveller cheques também podem ser utilizados.

Feriados

São feriados em Moçambique, os dias:
01 de Janeiro - Ano Novo
03 de Fevereiro - Dia dos Heróis Moçambicanos
07 de Abril - Dia da Mulher Moçambicana
01 de Maio - Dia do Trabalhador
25 de Junho - Dia da Independência
07 de Setembro - Dia dos Acordos de Lusaka
25 de Setembro - Dia das Forças Armadas
04 de Outubro - Dia da Paz
25 de Dezembro - Dia da Família

Clima

O clima em Moçambique, influenciado pelas monções do Oceano Índico e pela correntes quentes do Canal de Moçambique, é de uma maneira geral tropical e húmido, com uma estação seca que, no Centro/Norte, varia de quatro a seis meses enquanto no Sul, com clima tropical seco, se prolonga por seis a nove meses.. As chuvas ocorrem entre Outubro e Abril. Nas montanhas, o clima é tropical de altitude.As temperaturas médias são da ordem dos 20º no Sul, enquanto a Norte esse indicador ronda os 26º. As temperaturas mais elevadas verificamse na época das chuvas. A costa de Moçambique, voltada ao Índico, pela sua extensão, orografia e clima, é rica em todo o tipo de praias e berço de muitas espécies marinhas, algumas das quais em vias de extinção.

Cultura

Moçambique sempre se afirmou como pólo cultural com intervenções marcantes, de nível internacional, no campo da arquitectura, pintura, música, literatura e poesia. Nomes como Malangatana, Mia Couto e José Craveirinha entre outros, já há muito ultrapassaram as fronteiras Nacionais. Também na área do desporto se destacou em várias modalidades, designadamente no atletismo com Lurdes Mutola. Importante também e representativo do espírito artístico e criativo do povo moçambicano é o artesanato que se manifesta em várias áreas, destacando-se as esculturas em pau-preto dos Macondes do Norte de Moçambique.

Paisagens, Flora e Fauna

Moçambique é rico em fauna e flora, terrestre e marítima. A orografia e o clima determinam três tipos de vegetação: floresta densa nas terras altas do Norte e Centro do País, floresta aberta e savana no Sul e, na zona costeira, os mangais.

Estes ecossistemas constituem o habitat de espécies selvagens como elefantes, leões, leopardos, chitas, hipopótamos, antílopes, tartarugas, macacos e grande número de aves.

A esta riqueza associam-se belas paisagens, quer nas zonas altas, quer nas zonas costeiras. Para possibilitar aos visitantes uma vivência com esta riqueza, em grande parte afectada pela guerra, estão em recuperação parques, como o parque Nacional de Gorongosa que foi um dos melhores de África, este parque é um tesouro de Moçambique que proporciona benefícios ambientais, educacionais, estéticos, recreativos e económicos a toda a humanidade.

O parque esta localizado na província de Sofala numa área de 3.770km2, no extremo sul do grande vale do Rift da Africa Oriental. A exuberância paisagística e a particularidade da fauna bravia deste Parque tornam-no num perfeito destino turístico quer para quem procura aventura quer para quem procura o lazer.

Destacando-se ainda as reserva de Maputo, rica em elefantes, a de Marromeu na foz do Zambeze onde predomina o búfalo, e reservas parciais como a de Gilé e a do Niassa respectivamente a nordeste de Quelimane e nas margens do rio Rovuma. Também no parque da reserva natural de Bazaruto se podem avistar aves exóticas, recifes de corais e espécies marinhas protegidas como dugongos, golfinhos e tartarugas marinhas.

História

Os povos primitivos de Moçambique foram os Bosquímanes. Entre os anos 200 a 300 DC, ocorreram as grandes migrações de povos Bantu, oriundos da região dos Grandes Lagos a Norte que empurraram os povos locais para regiões mais pobres a Sul. Nos finais do séc. VI, surgiram nas zonas costeiras os primeiros entrepostos comerciais patrocinados pelos Swahilárabes que procuravam essencialmente a troca de artigos vários pelo ouro, ferro e cobre vindos do interior. No séc. XV, inicia-se a penetração portuguesa com a chegada de Pêro da Covilhã às costas moçambicanas e o desembarque de Vasco da Gama na Ilha de Moçambique. Desde 1502 até meados do séc. XVIII, os interesses portugueses em Moçambique estavam sob a administração da Índia Portuguesa. De início, os portugueses criaram “feitorias” com objectivos meramente comerciais, a que se seguiu a fixação no litoral, onde construíram, em 1505, a fortaleza de Sofala e, em 1507, a fortaleza na Ilha de Moçambique. Só alguns anos mais tarde, na tentativa de dominarem as zonas produtoras de ouro, se aventuraram para o interior onde estabeleceram novas feitorias. Às feitorias, sucederam-se nos finais do séc. XVII os “ prazos” no Vale do Zambeze, uma espécie de feudos doados ou conquistados e que constituíram o primeiro estágio da colonização portuguesa. Com a extinção dos “prazos” em 1832, por decreto régio, e com a emergência dos estados militares, iniciou-se o comércio de escravos que se manteve mesmo após a abolição da escravatura nas Colónias, em1869. Em 1994 tiveram lugar as primeiras eleições ganhas pelo Presidente Joaquim Alberto Chissano que tinha sucedido a Samora Machel na Direcção da FRELIMO e na Presidência da República após a morte deste num acidente de aviação na vizinha Africa do Sul. Em 2004 realizaram-se as terceiras eleições presidenciais e legislativas que conduziram ao poder o presidente Armando Emílio Guebuza e o partido Frelimo, tendo permanecido por dois mandatos consecutivos. Moçambique é um País democrático, com a realização de eleições livres nos prazos previstos na Constituição, tendo as quintas eleições ocorrido sem qualquer incidente de relevo em Outubro 2014, onde foi eleito o presidente Filipe Jacinto Nyusi e o partido Frelimo, cuja a tomada de posse ocorreu a 14 de Janeiro de 2015 em Maputo.th day of January 2015.

Localização

Moçambique localiza-se na Costa Sudeste do Continente Africano, tendo como limites a Leste o Oceano Índico, a Norte a Tanzânia, o Malawi e a Zâmbia, a Oeste o Zimbabwé e a África do Sul, e a Sul este último País e a Swazilândia.

Com uma superfície total de 799 380 Km2, estende-se no sentido Norte-Sul voltado para o Índico com que se confronta ao longo de 2515 Km de linha de costa. Estreitando de Norte para Sul, atinge a sua largura máxima no Centro Norte, entre a Costa e a confluência dos rios Aruângua e Zambeze e a menor a Sul, de apenas 47,5 Km, na zona da Namaacha.

Dispõe-se em anfiteatro a partir da zona litoral, onde cerca de 40% do território com uma altitude que varia dos 0 aos 200 metros, a que se segue, na região que abrange as áreas de Cabo Delgado, de Nampula e interior de Inhambane, uma zona de planaltos com altitudes entre os 200 a 600 metros, que se prolonga, entre Manica e Sofala, por uma região mais elevada com altitudes que atingem os 1000 metros. Esta zona é continuada junto à fronteira terrestre por uma região montanhosa onde se encontram os pontos mais altos do País, 2436 metros no maciço de Massururero na escarpa de Manica e Sofala, 2419 metros nos Picos Namuli e 2000 metros na Serra de Gorongosa. A disposição orográfica associada a um clima tropical origina numerosos rios que correm em paralelo para o Oceno Índico.

População

Com uma posição estratégica privilegiada no Sul do Continente Africano, uma extensa costa de acesso fácil, rica em fauna piscatória, e terras férteis, Moçambique foi ao longo dos tempos ponto de chegada e de encontro de vários povos e culturas de que se destacam os povos Bantu da África Central, Árabes, Indianos e Europeus.
São, no entanto, os povos Bantu que, não constituindo uma raça específica mas um conjunto de grupos com uma cultura comum e uma linguagem similar, estão na origem das etnias dominantes, os “Yaos”, os “Macuas”, os “Angones”, os “Nhanjas”, os “Tongas”, os “Bitongas” e os “Muchopes” que se distribuem por esta ordem de Norte para Sul do País.

Estes grupos estão ainda divididos por sub-grupos. Além dos descendentes dos grupos Bantu, são de salientar as comunidades Swahilis instaladas em áreas costeiras e responsáveis pela introdução do Islamismo em Moçambique, os Indianos e os Europeus dispersos por todo o País. Presentemente, a população moçambicana é da ordem dos 21 milhões de habitantes dos quais cerca de 30% vivem nos principais centros urbanos, de que se destacam: Maputo, Beira e Nampula.

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